<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><?xml-stylesheet href="http://www.blogger.com/styles/atom.css" type="text/css"?><feed xmlns='http://www.w3.org/2005/Atom' xmlns:openSearch='http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/' xmlns:georss='http://www.georss.org/georss' xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'><id>tag:blogger.com,1999:blog-12689558</id><updated>2011-04-21T17:04:36.638-05:00</updated><title type='text'>Dias Americanos</title><subtitle type='html'>A aventura de viver longe por perto</subtitle><link rel='http://schemas.google.com/g/2005#feed' type='application/atom+xml' href='http://diasamericanos.blogspot.com/feeds/posts/default'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/12689558/posts/default?max-results=100'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://diasamericanos.blogspot.com/'/><link rel='hub' href='http://pubsubhubbub.appspot.com/'/><author><name>Sergio Loureiro</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17689789753298255315</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><generator version='7.00' uri='http://www.blogger.com'>Blogger</generator><openSearch:totalResults>4</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>100</openSearch:itemsPerPage><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-12689558.post-111578751952933895</id><published>2005-05-10T23:57:00.000-05:00</published><updated>2005-05-11T00:00:01.206-05:00</updated><title type='text'>A Europa velha, rica, gorda e impotente</title><content type='html'>&lt;table class="MsoNormalTable" style="width: 339.6pt;" border="0" cellpadding="0" cellspacing="0" width="453"&gt;   &lt;tbody&gt;&lt;tr style=""&gt;   &lt;td style="padding: 1.35pt; background: black none repeat scroll 0% 50%; -moz-background-clip: initial; -moz-background-origin: initial; -moz-background-inline-policy: initial;" valign="top"&gt;   &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style=";font-family:Verdana;font-size:7;color:white;"   &gt;PÚBLICO - EDIÇÃO IMPRESSA - NACIONAL &lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style=";font-family:Verdana;font-size:7;color:white;"   &gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;   &lt;/td&gt;  &lt;/tr&gt;  &lt;tr style=""&gt;   &lt;td style="padding: 3pt;" valign="top"&gt;   &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style=";font-family:Arial;font-size:7;"  &gt; &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;br /&gt;&lt;/td&gt;  &lt;/tr&gt;  &lt;tr style=""&gt;   &lt;td  style="border-style: solid none; padding: 3.4pt;color:black -moz-use-text-color;" valign="top"&gt;   &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style=";font-family:Arial;font-size:7;"  lang="ES" &gt;Director:&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;span style=";font-family:Arial;font-size:7;"  lang="ES" &gt; José Manuel   Fernandes&lt;br /&gt; &lt;strong&gt;&lt;span style="font-family:Arial;"&gt;Directores-adjuntos:&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;   Nuno Pacheco e Manuel Carvalho&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;   &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style=";font-family:Arial;font-size:7;"  lang="ES" &gt;POL nº  5524 | Terça, 10 de Maio de 2005&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;   &lt;/td&gt;  &lt;/tr&gt;  &lt;tr style=""&gt;   &lt;td style="padding: 3pt;" valign="top"&gt;   &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style=";font-family:Arial;font-size:7;"  lang="ES" &gt; &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;br /&gt;&lt;/td&gt;  &lt;/tr&gt;  &lt;tr style=""&gt;   &lt;td style="padding: 3pt;" valign="top"&gt;   &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;b&gt;&lt;span lang="ES"  style="font-size:13;"&gt;Ernâni Lopes crê que Portugal pode ultrapassar cenário de   "definhamento"&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;   &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="color: rgb(153, 153, 153);font-family:Verdana;font-size:7;"  lang="ES" &gt;Eunice Lourenço&lt;br /&gt;  &lt;!--[if !supportLineBreakNewLine]--&gt;&lt;br /&gt;  &lt;!--[endif]--&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;   &lt;p&gt;&lt;span lang="ES"  style="font-size:11;"&gt;Num almoço com   deputados e ex-deputados, o ex-ministro das Finanças disse que a Europa está   "velha, rica, gorda e impotente"&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;   &lt;p&gt;&lt;span lang="ES"  style="font-size:11;"&gt;"Temos a capacidade para passar do cenário fraquinho de definhamento para o de afirmação", disse ontem o ex-ministro das Finanças Ernâni Lopes, naquele que foi o primeiro almoço promovido pela Associação de Antigos Deputados, na Assembleia da República. O ex-ministro e representante do Governo português na convenção que trabalhou o tratado constitucional europeu começou por traçar um cenário preocupante sobre a Europa, mas terminou com um sinal de esperança para Portugal.&lt;br /&gt;A Europa, disse, está "velha, rica, gorda e impotente". E passou a explicar: velha porque "os europeus não fazem filhos, nem morrem devidamente"; rica porque ainda é a zona economicamente com mais stock; gorda porque "instalada e a viver bem, não precisa de trabalhar"; e impotente porque "incapaz de projectar poder". Ernâni Lopes também alertou para a necessidade de rever o modelo social europeu. "Podemos preservar um mínimo. Se quisermos manter e aprofundá-lo, autodestrói-se", disse, considerando que a "globalização competitiva" destrói grande parte do tecido económico na Europa.&lt;br /&gt;Quanto a Portugal, o ex-ministro, que assinou o tratado de adesão de Portugal à então CEE, falou do "surto de desenvolvimento" que se seguiu à adesão plena em 1986 e traçou quatro períodos que se seguiram: o tempo do "conforto assumido" nos anos de Cavaco Silva e António Guterres; o do "confronto com a realidade"; o de "reencontro com os mecanismos de ajustamento" que, disse, "é aquele que começou com a Manuela [Ferreira Leite] e não [sabe] se continua ou não"; e o de "exigência de redefinição do posicionamento estratégico de Portugal".&lt;br /&gt;Ernâni Lopes define a actual situação portuguesa como de "cenário espontâneo de definhamento", explicando que "definhamento" não quer dizer recessão nem a economia portuguesa irá acabar, significa que é como um doente que definha, "não morre nem fica bom". Este conceito, continuou, foi apresentado ao ministro da Economia em 2000 tendo como contraponto um "cenário aspiracional de afirmação". E, então, o que é preciso para mudar de cenário? Segundo o ex-ministro das Finanças é preciso apontar em cinco sectores.&lt;br /&gt;O primeiro é o turismo, "o mais óbvio e em que temos melhor ponto de partida", disse Ernâni Lopes, colocando o ambiente em segundo lugar e as "cidades e desenvolvimento" a seguir. Depois vem o que chama de "serviços de valor acrescentado" e que passa por "aproveitar as condições portuguesas para gerar valor", captando os "velos e ricos do Norte da Europa". Por fim "o mais difícil e em piores condições": a economia do mar, onde "há tudo a fazer".&lt;br /&gt;No entanto, onde Portugal vai jogar o seu futuro enquanto país, no primeiro quartel deste século, segundo Ernâni Lopes, é na articulação das "quatro componentes da geo-política": Portugal, Europa, África e Brasil. Se Portugal falhar na ligação destas quatro componentes fica sem papel relevante a desempenhar. "Mais vale ter um mau papel do que não ter papel", disse, prometendo: "A última tarefa da minha vida vai ser isto. Nesta relação joga-se o futuro de Portugal e, quando se joga o futuro de Portugal, não gaguejo."&lt;br /&gt;A terminar, o ex-ministro deu uma nota de esperança ao dizer que os portugueses têm três características únicas essenciais para vencer os desafios que lhes colocam: a resiliência (capacidade de um corpo físico que, sujeito a pressões e torções torce, verga dobra, mas não parte), a flexibilidade e a adaptabilidade. "As provas que Portugal deu deste 1975 nestas três características são inultrapassáveis", concluiu. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;   &lt;/td&gt;  &lt;/tr&gt; &lt;/tbody&gt; &lt;/table&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/12689558-111578751952933895?l=diasamericanos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://diasamericanos.blogspot.com/feeds/111578751952933895/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=12689558&amp;postID=111578751952933895&amp;isPopup=true' title='4 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/12689558/posts/default/111578751952933895'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/12689558/posts/default/111578751952933895'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://diasamericanos.blogspot.com/2005/05/europa-velha-rica-gorda-e-impotente.html' title='A Europa velha, rica, gorda e impotente'/><author><name>Sergio Loureiro</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17689789753298255315</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>4</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-12689558.post-111561550215108429</id><published>2005-05-09T00:11:00.000-05:00</published><updated>2005-05-09T00:16:42.116-05:00</updated><title type='text'>Cronica do Ze Manel</title><content type='html'>&lt;table border="0" cellpadding="0" cellspacing="0" width="376"&gt; &lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;td class="aa" width="376"&gt;&lt;table border="0" cellpadding="0" cellspacing="0" width="376"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;td class="aa" width="2"&gt;&lt;table border="0" cellpadding="0" cellspacing="0" width="2"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;td class="ba" height="11" width="2"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/td&gt; &lt;/tr&gt; &lt;tr&gt;  &lt;td class="bh" height="2"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/td&gt; &lt;/tr&gt; &lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;/td&gt; &lt;td class="aa" width="373"&gt;&lt;table border="0" cellpadding="0" cellspacing="0" width="373"&gt; &lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;  &lt;td width="373"&gt;&lt;table border="0" cellpadding="0" cellspacing="0" width="373"&gt; &lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;  &lt;td class="eg" width="55"&gt; &lt;a href="http://www.abola.pt/" target="_self" class="en"&gt;abola.pt&lt;/a&gt;&lt;/td&gt; &lt;td class="eb" width="318"&gt; &lt;a href="http://www.abola.pt/colunistas/index.asp" target="_self" class="eb"&gt;Colunistas&lt;/a&gt;&lt;/td&gt; &lt;/tr&gt; &lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;/td&gt; &lt;/tr&gt; &lt;tr&gt;  &lt;td class="ah"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/td&gt; &lt;/tr&gt; &lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;/td&gt; &lt;td class="ca" width="1"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/td&gt; &lt;/tr&gt; &lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;  &lt;/td&gt; &lt;/tr&gt; &lt;tr&gt;  &lt;td class="aa" height="5"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/td&gt; &lt;/tr&gt; &lt;tr&gt;  &lt;td class="aa"&gt;  &lt;table border="0" cellpadding="0" cellspacing="0" width="376"&gt; &lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;  &lt;td class="aa"&gt;&lt;table border="0" cellpadding="0" cellspacing="0" width="376"&gt; &lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;  &lt;td class="bn" height="12" width="2"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/td&gt; &lt;td class="el" width="120"&gt; COLUNISTAS&lt;/td&gt; &lt;td class="bw" width="8"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/td&gt; &lt;td class="ce" width="245"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/td&gt; &lt;td class="aa" width="1"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/td&gt; &lt;/tr&gt; &lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;/td&gt; &lt;/tr&gt; &lt;tr&gt;  &lt;td class="bz" height="1"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/td&gt; &lt;/tr&gt; &lt;tr&gt;  &lt;td class="aa"&gt;  &lt;table border="0" cellpadding="0" cellspacing="0" width="376"&gt; &lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;  &lt;td class="ak" width="375"&gt;&lt;table border="0" cellpadding="0" cellspacing="0" width="369"&gt; &lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;  &lt;td height="3" width="369"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/td&gt; &lt;/tr&gt; &lt;tr&gt;  &lt;td class="aa" height="10"&gt;&lt;table border="0" cellpadding="0" cellspacing="0" width="369"&gt; &lt;tbody&gt;&lt;tr&gt; &lt;td rowspan="2" class="aa" height="24" width="32"&gt;&lt;img src="http://abolaremoto.abola.pt/img/coluni/zm.gif" /&gt;&lt;/td&gt; &lt;td class="aa" height="12" width="337"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/td&gt; &lt;/tr&gt; &lt;tr&gt; &lt;td class="eo" height="12"&gt; As crónicas de Zé Manuel   &lt;span class="dm"&gt;Produções Fictícias&lt;/span&gt;&lt;/td&gt; &lt;/tr&gt; &lt;tr&gt; &lt;td colspan="2" bgcolor="#000000" height="1"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/td&gt; &lt;/tr&gt; &lt;tr&gt; &lt;td colspan="2" height="3"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/td&gt; &lt;/tr&gt; &lt;tr&gt; &lt;td colspan="2" height="3"&gt;&lt;table border="0" cellpadding="0" cellspacing="0" width="365"&gt; &lt;tbody&gt;&lt;tr&gt; &lt;td class="dg"&gt;Alguém dê um coice no Couceiro!&lt;/td&gt; &lt;/tr&gt; &lt;tr&gt; &lt;td class="de"&gt;O Sporting lá conseguiu ganhar um jogo sem ajudas da arbitragem. Depois da ranhosa vitória contra o Beira-Mar, com aquele golo mal invalidado aos aveirenses, e do empate com a Académica, com o cartão vermelho por mostrar ao Polga, ganharam ao Braga com três golos do Pinilla (pronto, lá tinha de haver qualquer irregularidade). O caso foi tão extraordinário que o Braga-Sporting foi notícia de abertura do jornal da TVI, logo a seguir à peça sobre uma galinha com três patas que nasceu no Entroncamento e a vaca que dá vinho em Alcobaça &lt;/td&gt; &lt;/tr&gt; &lt;tr&gt; &lt;td height="3"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/td&gt; &lt;/tr&gt; &lt;tr&gt; &lt;td class="df"&gt;  &lt;table align="left" border="0" cellpadding="0" cellspacing="0" width="10"&gt; &lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;  &lt;td class="ad"&gt;&lt;img src="http://www.abola.pt/img/opiniao/050503.jpg" alt="" border="1" hspace="4" vspace="2" /&gt;&lt;/td&gt; &lt;/tr&gt; &lt;tr&gt;  &lt;td class="db"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/td&gt; &lt;/tr&gt; &lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt; ESPERO que o Porto não vá às competições europeias, pá. É pró bem deles, porque a equipa nunca ia conseguir sair do aeroporto, derivado de o Couceiro não passar no detector de metais. É que o gajo tem muita lata, pá. Aquilo devia apitar por todos os lados. Então não é que, depois de ter ganho o jogo contra oMarítimo com um golo em forade- jogo, o gajo teve a coragem de vir prà conferência de imprensa dizer que o Benfica anda a ser beneficiado pela arbitragem? Isto é a mesma coisa que a Cicciolina dar uma conferência de imprensa pra dizer que a Madre Teresa de Calcutá é uma galdéria.&lt;br /&gt;ANTES do jogo, o Couceiro deu outra conferência de imprensa pra dizer, muito triste, que da maneira como a arbitragem estava, os árbitros até andavam com medo porque, se assinalassem um penalty inexistente a favor do Porto, no dia seguinte eram trucidados. Juro que foi isto que o gajo disse, pá. Veio queixar-se de que os árbitros já não assinalam penalties inventados a favor do Porto com aquela alegria de antigamente. E não é que, no jogo contra o Marítimo, o árbitro assinalou logo um penalty inexistente a favor do Porto? É impressionante, catano. Tudo o que o Couceiro pede nas conferências de imprensa, realiza-se. Aposto que o árbitro, no dia seguinte, foi mesmo trucidado. Trucidado por rebuçadinhos, claro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;NO camarote presidencial, a assistir ao jogo, estava o Pinto da Costa com o seu amigalhaço Valentim Loureiro e mais uns quantos artistas, quase todos arguidos no processo Apito Dourado. Com um bocadinho de jeito, chama-se a juíza às Antas em dia de jogo do Porto e faz-se o julgamento logo ali.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;OSporting lá conseguiu ganhar um jogo sem ajudas da arbitragem. Depois da ranhosa vitória contra o Beira-Mar, com aquele golo mal invalidado aos aveirenses, e do empate com a Académica, com o cartão vermelho por mostrar ao Polga, ganharam ao Braga com três golos do Pinilla (pronto, lá tinha de haver qualquer irregularidade). O caso foi tão ext r a o r d i n á r i o que o Braga-Sporting foi notícia de abertura do jornal da TVI, logo a seguir à peça sobre uma galinha com três patas que nasceu no Entroncamento e a vaca que dá vinho em Alcobaça.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;OS gajos do Belenenses, como na primeira parte viram que se podia agarrar o Nuno Gomes na área sem ser penalty, pensavam que na segunda podiam meter a mão à bola na área impunemente. Lixaram- se. Os pastéis gostam tanto de meter a mão na bola como eu gosto de meter a mão nos pastéis, pá.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;EM termos de Glorioso, está tudo a compor-se prá malta ganhar o campeonato com uma perna às costas. Pra já, vamos jogar com o Penafiel no Estádio 25 de Abril. Até me admira que os lagartos e os tripeiros ainda não tenham dito que estamos em vantagem por jogarmos naquele estádio: toda a gente sabe que os vermelhos se dão muita bem no 25 de Abril. Se bem que este jogo vai ser bastante complicado. Isto era mais fácil se o António Oliveira, em vez de ser presidente do Penafiel, fosse t r e i n a - dor… M a s s e g a - nharmos ao Penafiel, depois vamos jogar o jogo do título com o S p o r t i n g , na Luz. Se ganharmos aos lagartos, somos campeões. Já me disseram que os responsáveis da SAD do Benfica já mandaram alargar as portas do estádio, que é prós lagartos poderem sair mais à vontade com as gandas cacholas com que vão estar no fim do jogo.&lt;br /&gt;Mainada! Até prà semana!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O cliente da semana...&lt;br /&gt;Carlos Carvalhal&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;HÁ uma operadora de telemóveis que agora temo seguinte serviço: nofinal dos jogos do Sporting, o cliente recebe uma chamada do Beto ou do Ricardo a falar sobre a partida. Ora, eu decidi aderir a este produto só pra ter o prazer de desligar o telefone na cara dos jogadores lagartos. Eh, eh, eh! Ainda a nível de lagartagem, o Dias da Cunha veio criticar a arbitragem doBenfica- Belenenses.Épreciso ter umalatosa do catano, depois do golo anulado aoBeira-Mar e da expulsão perdoada ao Polga. Mas uma pessoa vai a ver etemque o desculpar.Afinal de contas, uma pessoa quando chega àquela idade já não se lembra do que aconteceu há uma semana.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;ENTREMENTES, o Pinto da Costa anunciou que está a pensar emescrever outro livro. Desta feita, o título será «Largas Coisas Aconteceram Este Ano». Hum... podia ser melhor, não podia? Por exemplos, acho que os títulosmais adequado prà obra seriam: «Largos Brasileiros Comprei », «Largos Treinadores Despedi», oumesmo «Largos Euros Paguei Por UmMaço de Tabaco Enquanto Estive Detido». Vê lá isso, ó Jorge Nuno!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;ESTAVAeu nestes considerandos apatetados, quando me entra na viatura o treinador que só vem prà flash-interview armar- se em valentaço, quando não está no Estádio do Dragão.&lt;br /&gt;Zé Manel: Olhò shôr Carlos Carvalhal! Estou a ver que ainda vem todo irritadinho com a arbitragem... Carlos Carvalhal:Pois venho. Estou indignado com o penalty não assinalado ao Belenenses quando o Ricardo Rocha faz falta sobre o Lourenço dentro da grande- área.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Zé Manel: Tem toda a razão: aquilo é mesmo grande penalidade.ORicardoRocha correu com tanta velocidade que provocou uma rajada de vento fortíssima, que empurrou oLourençono momento do remate. Pra mim era penalty e vermelho directo prà corrente de ar. Carlos Carvalhal: Está a gozar comigo, é? Olhe que eu sou um treinador da geração do José Mourinho.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Zé Manel:Maisumarazão pra você estar descontente, pá. Como é que é possível você ter assistido às mesmíssimas aulas e não ter aprendido o que o técnico do Chelsea aprendeu? Hã? Claramente, você não esteve a prestar atenção.Mas prontos, que houve grande penalidade escandalosa sobre o Lourenço, lá isso houve. Carlos Carvalhal: Mau! Ainda agora você disse que não tinha havido nada.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Zé Manel: Na Luz, não houve nada. Mas,emBelém, lembro-me do penalty não assinalado que o Ricardo Costa cometeu sobre o Lourenço, no Belenenses-Porto. O que é que você disse na altura? Carlos Carvalhalum belo jogo de futebol e dei os parabéns à equipa do Porto pela vitória e pelo equipamento, que é realmente muito bonito.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Zé Manel:Poisé,eoque é que disse na conferência de imprensa a seguir ao Porto- Belenenses em que a sua equipa foi roubada, nomeadamente através de uma expulsão inacreditável do Juninho Petrolina? Carlos Carvalhal: Aí fui particularmente duro: disse que era melhor estar calado porque, se abrisse aboca, ia dizer coisas polémicas.Mas isso foi para respeitar o blackout decretado pelo Pinto da Costa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Zé Manel: Mas o Pinto da Costa tinha decretado um black-out? Carlos Carvalhal: Não. Mas, pelo sim pelo não, é melhor não beliscar o presidente do Porto.&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt; &lt;/table&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/12689558-111561550215108429?l=diasamericanos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://diasamericanos.blogspot.com/feeds/111561550215108429/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=12689558&amp;postID=111561550215108429&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/12689558/posts/default/111561550215108429'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/12689558/posts/default/111561550215108429'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://diasamericanos.blogspot.com/2005/05/cronica-do-ze-manel.html' title='Cronica do Ze Manel'/><author><name>Sergio Loureiro</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17689789753298255315</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-12689558.post-111561541003670576</id><published>2005-05-09T00:09:00.000-05:00</published><updated>2005-05-09T00:17:16.000-05:00</updated><title type='text'>Nortada - Cronica do MST</title><content type='html'>&lt;table border="0" cellpadding="0" cellspacing="0" width="376"&gt; &lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;td class="aa" width="376"&gt;&lt;table border="0" cellpadding="0" cellspacing="0" width="376"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;td class="aa" width="373"&gt;&lt;table border="0" cellpadding="0" cellspacing="0" width="373"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;td width="373"&gt;&lt;table border="0" cellpadding="0" cellspacing="0" width="373"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;td class="eg" width="55"&gt; &lt;a href="http://www.abola.pt/" target="_self" class="en"&gt;abola.pt&lt;/a&gt;&lt;/td&gt; &lt;td class="eb" width="318"&gt; &lt;a href="http://www.abola.pt/colunistas/index.asp" target="_self" class="eb"&gt;Colunistas&lt;/a&gt;&lt;/td&gt; &lt;/tr&gt; &lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;/td&gt; &lt;/tr&gt; &lt;tr&gt;  &lt;td class="ah"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/td&gt; &lt;/tr&gt; &lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;/td&gt; &lt;td class="ca" width="1"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/td&gt; &lt;/tr&gt; &lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;  &lt;/td&gt; &lt;/tr&gt; &lt;tr&gt;  &lt;td class="aa" height="5"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/td&gt; &lt;/tr&gt; &lt;tr&gt;  &lt;td class="aa"&gt;  &lt;table border="0" cellpadding="0" cellspacing="0" width="376"&gt; &lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;  &lt;td class="aa"&gt;&lt;table border="0" cellpadding="0" cellspacing="0" width="376"&gt; &lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;  &lt;td class="bn" height="12" width="2"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/td&gt; &lt;td class="el" width="120"&gt; COLUNISTAS&lt;/td&gt; &lt;td class="bw" width="8"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/td&gt; &lt;td class="ce" width="245"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/td&gt; &lt;td class="aa" width="1"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/td&gt; &lt;/tr&gt; &lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;/td&gt; &lt;/tr&gt; &lt;tr&gt;  &lt;td class="bz" height="1"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/td&gt; &lt;/tr&gt; &lt;tr&gt;  &lt;td class="aa"&gt;  &lt;table border="0" cellpadding="0" cellspacing="0" width="376"&gt; &lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;  &lt;td class="ak" width="375"&gt;&lt;table border="0" cellpadding="0" cellspacing="0" width="369"&gt; &lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;  &lt;td height="3" width="369"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/td&gt; &lt;/tr&gt; &lt;tr&gt;  &lt;td class="aa" height="10"&gt;&lt;table border="0" cellpadding="0" cellspacing="0" width="369"&gt; &lt;tbody&gt;&lt;tr&gt; &lt;td rowspan="2" class="aa" height="24" width="32"&gt;&lt;img src="http://abolaremoto.abola.pt/img/coluni/st.gif" /&gt;&lt;/td&gt; &lt;td class="aa" height="12" width="337"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/td&gt; &lt;/tr&gt; &lt;tr&gt; &lt;td class="eo" height="12"&gt; Miguel Sousa Tavares   &lt;span class="dm"&gt;Nortada&lt;/span&gt;&lt;/td&gt; &lt;/tr&gt; &lt;tr&gt; &lt;td colspan="2" bgcolor="#000000" height="1"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/td&gt; &lt;/tr&gt; &lt;tr&gt; &lt;td colspan="2" height="3"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/td&gt; &lt;/tr&gt; &lt;tr&gt; &lt;td colspan="2" height="3"&gt;&lt;table border="0" cellpadding="0" cellspacing="0" width="365"&gt; &lt;tbody&gt;&lt;tr&gt; &lt;td class="dg"&gt;O que tem de ser tem muita força&lt;/td&gt; &lt;/tr&gt; &lt;tr&gt; &lt;td class="de"&gt;Nunca uma equipa portuguesa dispôs de tamanhas condições favoráveis para ganhar uma competição europeia como o Sporting para ganhar a Taça UEFA este ano &lt;/td&gt; &lt;/tr&gt; &lt;tr&gt; &lt;td height="3"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/td&gt; &lt;/tr&gt; &lt;tr&gt; &lt;td class="df"&gt; 1Estávamos onze amigos reunidos a preparar-nos para ver oBenfica-Belenenses.Curiosamente, umpainelmuito pouco representativo dos tais seismilhões de benfiquistas em Portugal Continental: dos onze, seis eram sportinguistas, quatro portistas e apenas umbenfiquista.Ejuro que não foram escolhidos por mim, por preferências clubistas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E, antes do jogo começar, faziam- se apostas sobre quem seria o campeão deste ano. O Braga não recolheu nenhum voto: todos acharam que, na hora da verdade, baquearia (e ainda não tinha havido o descalabro contra o Sporting). O Benfica recolheu apenas dois votos—o do próprio benfiquista e o meu. Todos os outros coincidiam em não acreditar que, com tão pouco futebol, o Benfica conseguisse chegar ao título. Eu achava, e continuo a achar, que, embora seja verdade que o futebol que o Benfica joga seja de uma pobreza franciscana, aquilo que tem de ser tem muita força.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Assim, os nove assistentes restantes dividiam-se, em partes iguais, na atribuição do favoritismo ao Sporting—porque joga o melhor futebol — e ao FC Porto— porque tem o hábito de vencer, está a subir de forma e dispõe do mais fácil calendário. Mas isto era antes do jogo: no final do Benfica- Belenenses tinha-se estabelecido uma unanimidade feita de conformidade: o Benfica vai ser campeão. Parece que está escrito, algures.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;2 O Benfica ganhou ao Belenenses sem conseguir prescindir, uma vezmais, de fortuitas colaborações exteriores: na primeira parte, Mário Mendes ficou- lhe a dever um penalty, pouco nítido mas real, sobre Nuno Gomes; mas compensou na segunda parte, positivamente inventando o penalty da vitória e ignorando aquele que seria o empate para o Belenenses. Mais dois pontos amealhados «transparentemente ».&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;3 O FC Porto venceu oMarítimo com dois erros claros de arbitragem e um duvidoso. No primeiro, beneficiou de um golo validado em claro offside; no segundo, teve um golo anulado por erro grosseiro de interpretação da regra do offside; no terceiro, beneficiou de um duvidoso penalty que, felizmente, alguma alma benfazeja encarregou o Diego de falhar (obviamente...). No balanço final, não perdeu nem ganhou e, por isso mesmo, os presidentes do Sporting e do Braga perderam uma excelente oportunidade de ficar calados, quando quiseram meter no mesmo saco a arbitragem da Luz e a do Dragão. Quando as pessoas são capazes de reclamar do golomal validado ao Porto, mas ignorar o golomal invalidado, sabendo que toda a gente de boa-fé viu ume outro, o que julgarão—que alguém os pode levar a sério? E quando o presidente do Sporting não perde uma ocasião de reclamar contra os erros que beneficiam outros e se cala, muito bem caladinho, quando o beneficiário é o Sporting—como sucedeu no decisivo Sporting- Porto ou ainda na semana passada, no Sporting-Académica — o que julgará: que alguém lhe reconhece autoridademoral na matéria?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;4 O Sporting limpou o jogo de Braga com toda a eficácia do mundo: quatro oportunidades, três golos. E fez o pleno: livrou-se de ter o Braga nos calcanhares, manteve-se na luta pelo título, fez descansar jogadores e viu nascer Pinilha. Uma aposta ganha em toda a linha e com todo o mérito. Quinta-feira o Sporting joga na Holanda um jogo que só pode ganhar. Nunca, creio eu, uma equipe portuguesa dispôs de tamanhas condições favoráveis para ganhar uma competição europeia. Nunca a Taça UEFA foi tão acessível como este ano, em que, depois da fase de grupos, não estava presente nenhuma das principais equipas da Espanha, da Itália, da Inglaterra, da Alemanha, da França, da Escócia, da Grécia. Nunca um estreante em jogos europeus, totalmente desconhecido, como o AZ Alkmaar, chegou às meias-finais e, ainda por cima, com meia equipa indisponível. Nunca se tinha visto uma equipa fazer o que o Parma fez na outra meia-final: alinhar com a reserva, para se poupar para o campeonato. Nunca, enfim, uma equipa portuguesa tinha chegado a uma meia-final com o estímulo de saber que, se a ultrapassar, jogará a final no seu próprio estádio. É, verdadeiramente, uma oportunidade imperdível.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;5O Braga despediu-se do título e, provavelmente, da Liga dos Campeões. E morreu, perante o Sporting, com as armas com que se habitou a matar: o contra-ataque. O contraataque é, de facto, uma arma temível, se se dispõe de jogadores para esse tipo de jogo e se ele está muito bem ensaiado. Mas dificilmente alguém consegue ganhar uma competição apenas com base no contra-ataque. Há sempre uma outra equipa que faz o mesmo ou outra que marca primeiro e obriga o especialista no contra- ataque a mudar de sistema e ter de ir atrás do prejuízo. Os campeões são normalmente os que estão disponíveis para assumir sempre as despesas do jogo, ou, ao menos, para alternarem, de vez em quando. O Sporting pôs a nu essa debilidade do Braga, mas não fez esqueçer o belo campeonato feito pela equipa do Minho. E que, aliás, não merecia ter sido manchado pelas declarações de maus perdedores com que encaixaram duas derrotas sucessivas, ditadas apenas por debilidade própria. O Braga fez um belo campeonato, mas convém não esqueçer que, muitas vezes também, beneficiou de arbitragens favoráveis e da compreensão da crítica... precisamente porque não é um grande e há sempre aquela tendência de estar com os mais fracos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;6 Nunva vi, nem sabia que havia, tantos admiradores de José Mourinho. Há para aí gente que só agora, depois de ele ter deixado o FC Porto, é que o reconhecem como grande treinador e grande embaixador de Portugal no Mundo. Aposto que até o Presidente da República, que não se lembrou de o condecorar quando ele trouxe para Portugal a Taça UEFA e a Taça dos Campeões, desta vez não se vai esquecer dele... Todos os louvores são devidos, até porque há uma coisa que não tem sido notada: este Chelsea, de Mourinho, é francamente mais fraco do que era o FC Porto de Mourinho, que ganhou a Liga dos Campeões e, sobretudo, aquele que ganhou a Taça UEFA em Sevilha. Pela minha parte, devo ter visto, esta época, uns doze jogos do Chelsea e, tirando o jogo contra o Barcelona (onde o Barcelona jogou até melhor), nunca os vi fazer um jogo de encher o olho. Pelo contrário, tudo aquilo é frio, científico, preparado ao pormenor, chegando a parecer que até os inúmeros golos de ressalto foram previstos. Essa capacidade de previsão, organização e planeamento de jogo é a marca inconfundível do génio de Mourinho. Porque, de resto—e esta é uma pessoalíssima opinião — o Chelsea não tem mais do que cinco verdadeiros grandes jogadores: o guarda-redes Peter Cech, os centrais John Terry e Ricardo Carvalho, o capitão Frank Lampard e o striker Didier Drogba. Os grandes méritos da equipa, para além da autodisciplina e organização de jogo, são uma defesa fantástica (13 golos em 34 jogos da Liga Inglesa!) e uma preparação física notável, quase incompreensível. E, claro, aquele insaciável vício de vencer que José Mourinho já passou a toda a equipa e que é uma fé que move montanhas. Veremos se esta noite move também a montanha de Liverpool.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;7Sejam quais forem os resultados de Liverpool e de Eindhoven, amanhã, fica- -me uma fraca impressão desta época futobolística europeia: nenhuma equipa esteve próxima de deslumbrar pelo futebol jogado. Os vencedores potenciais, como Chelsea e Milan, são os que conseguiram gerir melhor o cansaço, o excesso de jogos e as oportunidades de vencer. São, sobretudo, equipas pacientes, persistentes, resistentes. Mas, francamente, a Europa já viu bem melhores anos. PS. Àqueles supostos humoristas, sem graça alguma, das «Crónicas do Zé Manel», que passam a vida a meter-se comigo, eu queria apenas responder à frase final da sua última crónica: «para que servem os jornalistas, se não vêm o que o país inteiro já viu?» Primeiro: não é «o país inteiro », são apenas os sportinguistas e os benfiquistas como eles, com dor de cotovelo das vitórias do Porto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Segundo: alguns jornalistas servem precisamente para lembrar que, no «Apito Dourado» ou em qualquer outro processo criminal, a verdade dos factos e a culpabilidade das pessoas não se estabelece em tribunal popular nem por vontade damaioria,mas sim após uma acusação, uma defesa, um julgamento e uma sentença transitada em julgado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E, ao contrário do que conviria ao primarismo dos srs. Góis e Araújo Pereira, numa democracia a sério a ninguém que escreva em jornais, seja jornalista ou humorista, é lícito fazer a acusação, prescindir da defesa e dar a sentença de processos emque os suspeitos ainda nem sabem de que são acusados e emque termos. Quanto ao resto, nem vale a pena gastar espaço com as baboseiras deles.&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt; &lt;/table&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/12689558-111561541003670576?l=diasamericanos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://diasamericanos.blogspot.com/feeds/111561541003670576/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=12689558&amp;postID=111561541003670576&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/12689558/posts/default/111561541003670576'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/12689558/posts/default/111561541003670576'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://diasamericanos.blogspot.com/2005/05/nortada-cronica-do-mst.html' title='Nortada - Cronica do MST'/><author><name>Sergio Loureiro</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17689789753298255315</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-12689558.post-111535847491118224</id><published>2005-05-06T00:46:00.000-05:00</published><updated>2005-05-06T00:47:54.920-05:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="" lang="ES"&gt;Os Portugueses de África – Geração Esquecida&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;   &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="" lang="ES"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;   &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="" lang="ES"&gt;Nos idos de 40, os meus avós agarraram nas trouxas e mudaram-se de família às costas (que as armas e as bagagens não eram muitas) para outro continente do outro lado do mundo. Levaram filhos e sonhos e jogaram uma partida sem destino certo ou retorno seguro. Fizeram aquilo que o povo português melhor faz: foram à vida.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;   &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="" lang="ES"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;   &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="" lang="ES"&gt;A história dos meus avós é a historia de milhares de famílias portuguesas. Numa terra pobre e piquena, onde a vontade de uma vida melhor esbarrava nos muros de xisto que delimitam as leiras beirãs, a emigração tornou-se a única saída para toda uma geração de inconformados. Os que ficaram, ou já tinham previlégio, ou aceitaram viver acomodados.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;   &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="" lang="ES"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;   &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="" lang="ES"&gt;Nunca na minha família se falou muito desses dias em que os meus avós, com o meu pai e mais 3 filhos de fraldas, decidiram embarcar num navio e sofrer um mês de viagem por mar até chegar a Angola. Parece que o meu avô foi primeiro e arranjou trabalho numa terra do interior, nada mais que uma encruzilhada com uma estação de caminho de ferro, até chamar a minha avó para se lhe juntar mais os filhos. Essa terra cresceu até se tornar a capital do Planalto central angolano, antes Nova Lisboa, onde nasci, hoje Huambo.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;   &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="" lang="ES"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;   &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="" lang="ES"&gt;Desses anos de chumbo, desbravando um país inóspito mas cheio de promessas, ouvi pequenas histórias, as mais famosas envolvendo pancadaria de criar bicho, numa orgulhosa versão tropical do faroeste, envolvendo correias de bicicleta, cabeçadas em vôo de peixe e demonstrações de força hercúlea do meu avô. Eu acredito, porque aos 70 anos de idade ainda o vi a pegar em móveis de carvalho maciço e com força bruta levá-los sozinho para cima da carrinha para os ir entregar aos clientes. Ouvi as agruras do meu pai e do meu tio, forçados pela vontade da minha avó a ir estudar para o seminário, subjugando a vontade desse avô dominador, muito mais atreito a mantê-los em casa para ajudar na serração. Ouvi a admiração dos meus tios pela perícia contabilística da minha avó, que sem saber ler nem escrever mantinha de memória o deve e haver da venda, sabendo quanto cada cliente lhe estava em falta. Ouvi como o meu avô cubicava a madeira na serração, arte perdida que não se aprende, transmite-se. O meu pai jura que sabe fazê-lo, mas não consegue explicá-lo. Como os filhos se escapuliam ao Sábado para a noite e entravam às arrecuas mesmo a tempo de sair para a missa ao Domingo de manhã. Vinte e muitos anos de vida compilados em meia dúzia de anedotas familiares, nunca bem explicadas, nunca muito claras, envoltas num véu de discrição não sei se devidas ao esquecimento ou à obliteração.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;   &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="" lang="ES"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;   &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="" lang="ES"&gt;Em 1975, com a Guerra civil e a descolonização, toda a família regressou à metrópole, às arrecuas, como quem chega a casa na madrugada de Domingo a tempo de ir à missa, mas sem fato domingueiro. Voltando sem dote nem herança, numa leva de deserdados, com roupas velhas ou emprestadas, encostando-se pelo país onde os aceitassem a família distante, os amigos ou até desconhecidos, sem riquezas, marfim, dólares ou diamantes. Esses vieram para quem sabia que voltava, não com quem foi para não mais voltar. O país aceitou-os como pôde, e os retornados ajeitaram-se como sabiam, abrindo mercearias, como mestres-de-obras ou qualquer outra coisa, muitos trazendo a experiência de professional, professor, médico, engenheiro, que lhes abriam as portas da vida nas terras do Ultramar.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;   &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="" lang="ES"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;   &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="" lang="ES"&gt;Está por contar a história dessa integragação, de como um milhão de retornados entra na terra-mãe num espaço de 3 meses, aumentando a população 1 para 10 com essa troupe de rejeitados da sorte, novos, velhos, crianças, por vezes estigmatizados, por vezes mal aceites. Portugal recuperou e para mim cresceu e beneficiou com essa injecção de gente empreendedora, sem casa para voltar, sem esperança senão seguir em frente, com a determinação que a fome, o frio e a Guerra sabem despertar. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;   &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="" lang="ES"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;   &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="" lang="ES"&gt;Desses dias de vida dura mas feliz em África sobram hoje 3 factos: uma reunião nas Caldas da Rainha, no último fim-de-semana de Junho, todos os anos, onde a minha geração na família já não comparece mas que o meu avô enquanto foi vivo e o meu pai não dispensam; as lágrimas não sei se de tristeza se de revolta que se escondem nos olhos dos meus pais e tios quando veêm a destruição, a miséria e o horror que grassam em Angola, depois de vinte e muitos anos de Guerra civil; e esse facto espantoso para mim, de como um casal de portugueses que entre si não tinha completado a 4a classe, levou pela pura força do trabalho, do orgulho e da vontade toda a geração seguinte (os meus pais e tios) a obter uma educação superior, engenheiros e professores, que depois se verteu na minha geração, um passo adiante, com mestrados, doutorados, juizes e outros, e ninguém sabe onde irá parar.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;   &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="" lang="ES"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;   &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="" lang="ES"&gt;Olho hoje para este clima de desânimo que grassa em Portugal e penso que deviamos lembrar as histórias destes e de tantos outros portugueses, filhos da miséria e do atraso endémico deste país, que souberam libertar-se das amarras da pobreza, da ignorância e da pequenez, tomar o mundo a pulso, fazer a sua família feliz. E devemos peguntar porque não nós também? Porque não repetir estes feitos tão próximos e tão esquecidos? Porquê viver nesta comiseração de infelizes, porquê não mandar às malvas os profetas da desgraça, arregaçar as mangas, correr os riscos que os nossos avós correram, arriscar ser feliz de novo?&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;   &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="" lang="ES"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;   &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="" lang="ES"&gt;Talvez porque hoje sentimos que tudo nos é devido, sem conta nem ditame, numa orgia de bens e serviços quanto mais altos melhor, a crédito e sem juros. Perdemos a humildade dos pequenos, que sabem que apenas pelo tabalho lá chegarão, e se não me querem aqui vou para outro lado. Só sabemos viver com rede, sempre à espera do subsídio, sem sacrifício para dar. Habitamos um mundo de conformados, subjugados à arte do possível, onde os poderes ocultos nos ganham antes sequer de bater a mão. Por isso não vale a pena procurar melhor, é melhor queixar do vizinho, do Salazar ou do espanhol.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;   &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="" lang="ES"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;   &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="" lang="ES"&gt;Eu não concordo, está na hora de lembrar os nosso avós e fazer como eles fizeram.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;   &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="" lang="ES"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;   &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="" lang="ES"&gt;Nota Adicional: Se evoquei aqui a família do meu pai, o mesmo podia dizer da família da minha mãe: de como um avô autodidacta, que escrevia críticas ao regime e poemas de revolta num exercício de cidadania que ainda hoje me engasga, se decidiu a largar este país que o sufocava e partir para Angola para lavrar a própria terra, criar o próprio gado, cantar a própria voz; onde se ergueu contra as desigualdades do sistema, morrendo num acidente infeliz com um camião duma empresa de leite contra quem lutava; de uma avó que trabalhou toda a vida, criando os filhos, cuidando da fazenda, depois criando os netos, cuidando da casa, que recordo com doçura agora, tantos anos passados depois da sua partida, com uma energia vinda não sei donde, de dentro de um corpo pequeno e franzino, que a fazia parecer muito maior do que o que a vida lhe tinha dado; de como estes avós, sem estudos de monta, mostraram aos filhos que podiam ir até onde quisessem, e assim foram, fazendo os estudos até onde quiseram e puderam, mas acima de tudo nos deixando um exemplo de amor familiar que tudo supera, que hoje me orgulha, que amanhã quero passar para os meus filhos.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;   &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="" lang="ES"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;   &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="" lang="ES"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;   &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="" lang="ES"&gt;Aos meus avós Manuel, Madalena, Ernesto e Maria Cândida, por me terem dado muito mais do que aquilo que sonharam.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/12689558-111535847491118224?l=diasamericanos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://diasamericanos.blogspot.com/feeds/111535847491118224/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=12689558&amp;postID=111535847491118224&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/12689558/posts/default/111535847491118224'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/12689558/posts/default/111535847491118224'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://diasamericanos.blogspot.com/2005/05/os-portugueses-de-frica-gerao.html' title=''/><author><name>Sergio Loureiro</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17689789753298255315</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry></feed>
